Restaurar a esperança internacional

Moreno Jair bolsonaro está tipo:

2020.11.19 20:32 NotIdeas Moreno Jair bolsonaro está tipo:

Moreno Jair bolsonaro está tipo: senhoras e senhores governadores, senhoras e senhores senadores e deputados federais. Senhoras e senhores chefes de missões estrangeiras acreditados junto ao governo brasileiro.
Minha querida esposa Michelle, da aqui vizinha Ceilândia. Meus filhos e familiares aqui presentes —a conheci aqui na Câmara 2. [Michelle foi sua assessora de gabinete]
Brasileiros e brasileiras. Primeiro, quero agradecer a Deus por estar vivo. Que, pelas mãos de profissionais da Santa Casa de Juiz de Fora, operou um verdadeiro milagre. Obrigado, meu Deus! 3 [Esfaqueado em Juiz de Fora em 6 de setembro, foi operado por médicos da Santa Casa da cidade mineira]
Com humildade, volto a esta Casa, onde, por 28 anos, me empenhei em servir à nação brasileira, travei grandes embates e acumulei experiências e aprendizados que me deram a oportunidade de crescer e amadurecer.
Volto a esta Casa, não mais como deputado, mas como Presidente da República Federativa do Brasil, mandato a mim confiado pela vontade soberana do povo brasileiro.
Hoje, aqui estou, fortalecido, emocionado e profundamente agradecido a Deus, pela minha vida, e aos brasileiros, que confiaram a mim a honrosa missão de governar o Brasil neste período de grandes desafios e, ao mesmo tempo, de enorme esperança. Governar com vocês.
Aproveito este momento solene e convoco cada um dos congressistas para me ajudarem na missão de restaurar e de reerguer nossa pátria 4 [Aceno ao Congresso para aprovar reformas], libertando-a, definitivamente, do jugo da corrupção, da criminalidade, da irresponsabilidade econômica e da submissão ideológica 5 [Algumas das principais promessas de campanha de Bolsonaro].
Temos, diante de nós, uma oportunidade única de reconstruir o nosso país e de resgatar a esperança dos nossos compatriotas.
Estou certo de que enfrentaremos enormes desafios, mas, se tivermos a sabedoria de ouvir a voz do povo, alcançaremos êxito em nossos objetivos, e, pelo exemplo e pelo trabalho, levaremos as futuras gerações a nos seguir nesta tarefa gloriosa.
Vamos unir o povo, valorizar a família 6 [Referência à base conservadora], respeitar as religiões e nossa tradição judaico-cristã 7 [Menção a Israel e evangélicos], combater a ideologia de gênero 8 [Outro ponto central da campanha], conservando nossos valores. O Brasil voltará a ser um país livre das amarras ideológicas.
Pretendo partilhar o poder, de forma progressiva, responsável e consciente, de Brasília para o Brasil 9 [Mote da campanha menos Brasília, mais Brasil]; do poder Central para estados e municípios.
Minha campanha eleitoral atendeu ao chamado das ruas e forjou o compromisso de colocar o Brasil acima de tudo e Deus acima de todos 10 [Slogan da campanha].
Por isso, quando os inimigos da pátria, da ordem e da liberdade tentaram pôr fim à minha vida, milhões de brasileiros foram às ruas 11 [Reações populares nos dias seguintes ao atentado em Juiz de Fora].
Uma campanha eleitoral transformou-se em um movimento cívico, cobriu-se de verde e amarelo, tornou-se espontânea, forte e indestrutível, e nos trouxe até aqui.
Nada aconteceria sem o esforço e o engajamento de cada um dos brasileiros que tomaram as ruas para preservar a nossa liberdade e a democracia.
Reafirmo meu compromisso de construir uma sociedade sem discriminação ou divisão 12 [Rebate acusações de que vai perseguir minorias].
Daqui em diante, nos pautaremos pela vontade soberana daqueles brasileiros que querem boas escolas, capazes de preparar seus filhos para o mercado de trabalho e não para a militância política 13 [Referência ao Escola Sem Partido]; que sonham com a liberdade de ir e vir, sem serem vitimados pelo crime; que desejam conquistar, pelo mérito, bons empregos e sustentar com dignidade suas famílias; que exigem saúde, educação, infraestrutura e saneamento básico, em respeito aos direitos e garantias fundamentais da nossa Constituição.
O Pavilhão Nacional nos remete à “Ordem e ao Progresso”. Nenhuma sociedade se desenvolve sem respeitar esses preceitos.
O cidadão de bem merece dispor de meios para se defender, respeitando o referendo de 2005, quando optou, nas urnas, pelo direito à legítima defesa 14 [Referência à facilitação para posse e porte de armas].
Vamos honrar e valorizar aqueles que sacrificam suas vidas em nome de nossa segurança e da segurança dos nossos familiares.
Contamos com o apoio do Congresso Nacional para dar o respaldo jurídico para os policiais realizarem seu trabalho 15 [Menção à defesa do excludente de ilicitude].
Eles merecem e devem ser respeitados!
Nossas Forças Armadas terão as condições necessárias para cumprir sua missão constitucional de defesa da soberania, do território nacional e das instituições democráticas, mantendo suas capacidades dissuasórias para resguardar nossa soberania e proteger nossas fronteiras 16 [Elogio às Forças Armadas, seu grupo de origem].
Montamos nossa equipe de forma técnica, sem o tradicional viés político que tornou o Estado ineficiente e corrupto 17 [Mudança na forma de compor o ministério].
Vamos valorizar o Parlamento, resgatando a legitimidade e a credibilidade do Congresso Nacional. Na economia traremos a marca da confiança, do interesse nacional, do livre mercado e da eficiência 18 [Pauta liberal de Paulo Guedes].
Confiança no cumprimento de que o governo não gastará mais do que arrecada e na garantia de que as regras, os contratos e as propriedades serão respeitados.
Realizaremos reformas estruturantes 19 [Possível referência à reforma da Previdência], que serão essenciais para a saúde financeira e sustentabilidade das contas públicas, transformando o cenário econômico e abrindo novas oportunidades.
Precisamos criar um ciclo virtuoso para a economia que traga a confiança necessária para permitir abrir nossos mercados para o comércio internacional, estimulando a competição, a produtividade e a eficácia, sem o viés ideológico.
Nesse processo de recuperação do crescimento, o setor agropecuário seguirá desempenhando um papel decisivo, em perfeita harmonia com a preservação do meio ambiente 20 [Aceno à bancada ruralista, que o apoiou].
Dessa forma, todo setor produtivo terá um aumento da eficiência, com menos regulamentação e burocracia.
Esses desafios só serão resolvidos mediante um verdadeiro pacto nacional entre a sociedade e os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, na busca de novos caminhos para um novo Brasil.
Uma de minhas prioridades é proteger e revigorar a democracia brasileira, trabalhando arduamente para que ela deixe de ser apenas uma promessa formal e distante e passe a ser um componente substancial e tangível da vida política brasileira, com o respeito ao Estado Democrático 21 [Resposta às críticas de que seu governo poderia ter tom autoritário].
A construção de uma nação mais justa e desenvolvida requer a ruptura com práticas que se mostram nefastas para todos nós, maculando a classe política e atrasando o progresso.
A irresponsabilidade nos conduziu à maior crise ética, moral e econômica de nossa história 22 [Referência aos mandatos do PT].
Hoje começamos um trabalho árduo para que o Brasil inicie um novo capítulo de sua história.
Um capítulo no qual o Brasil será visto como um país forte, pujante, confiante e ousado.
A política externa retomará o seu papel na defesa da soberania, na construção da grandeza e no fomento ao desenvolvimento do Brasil.
Senhoras e senhores Congressistas.
Deixo esta casa, rumo ao Palácio do Planalto, com a missão de representar o povo brasileiro.
Com a bênção de Deus, o apoio da minha família e a força do povo brasileiro, trabalharei incansavelmente para que o Brasil se encontre com o seu destino e se torne a grande nação que todos queremos. Muito obrigado a todos vocês.
Brasil acima de tudo!
Deus acima de todos!
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2020.09.08 01:46 theEXPERTpt [Reflexão] O Estado Novo - Beneficial ou prejudicial?

Boa noite, queria trazer a todos uma discussão que me têm vindo cada vez mais à cabeça e têm persistido: o património que herdamos, principalmente aquele proveniente do estado novo. Antes de começar, queria esclarecer que estas são as minhas modestas opiniões, e gostava de aprender e ouvir os restantes. Por favor corrijam-me se algo estiver errado.
Como a grande maioria do povo concorda, o estado novo foi parte da nossa história de que a maioria não se orgulha, mas até que ponto? De um ponto de vista social e de distribuição de riqueza, estávamos muitíssimo mal posicionados. No entanto, cada vez mais sinto que a forma como nos têm ensinado acerca do estado novo têm sido, talvez, demasiado "por alto" e pejorativamente. E é aqui que entra o primeiro ponto.
  1. Autovalorização da Pátria
Não é novidade que o estado novo tinha como um dos pontos principais a valorização da Pátria. Eu, como patriótico que sou, sempre gostei disso, embora isso fosse usado como pretextos para a guerra e outros feitos extremos. No entanto, o patriotismo de hoje já não é o mesmo, sempre gira em volta de duas coisas: o futebol, ou a política. Por esta razão, sou da opinião que se devia restaurar o sentimento patriótico, não lavando a mente às pessoas, mas através da educação e conhecimento. Nenhum cidadão português deveria crescer sem saber pelo menos o Hino, a História básica e o significado da Bandeira e Capital. Além disso, uma maior valorização das história portuguesa deveria ser dada nas disciplinas de história, sem desmerecer a história global, que oferece muito contexto à situação portuguesa (quem já ouviu falar da grande depressão, do Plano Marshall ou da Guerra dos 100 anos mas nunca de Brites de Almeida, de Aristides de Sousa Mendes ou da Guerra Luso-Holandesa?)
  1. A sustentabilidade e manutenção da economia
Estou consciente que falar destes assuntos no estado novo implica falar da pobreza generalizada e da economia baseada no sector primário da economia. No entanto, é impossível negar que foi feito em Portugal um trabalho esplêndido em relação à economia do país. Para um país periférico, que tinha passado por uma guerra, que levava décadas de atraso para com a restante europa e que estava a passar por uma outra guerra nas suas províncias, o estado novo fez o trabalho que a 1º república não conseguiu fazer, e que a atual nunca conseguiu atingir: um crescimento económico sustentável, embora lento, mas constante. Incrivelmente, mesmo em tempos de guerra, Portugal, contra todas as hipóteses, ainda tinha um crescimento do PIB, mostrando o quão forte e independente era a economia portuguesa da altura. Apesar da pobreza continuar a ser uma constante na altura, a verdade é que ainda hoje continua a ser, e cada vez maior é a nossa depedência de outras economias, com um mercado interno decadente e uma economia frágil. A pergunta que ponho é: seria o modelo económico do estado novo fiável, ou apenas possível nas circunstâncias do estado novo? E assim sendo, seria a economia do estado novo uma melhor opção àquele que possuímos hoje em dia?
  1. Coesão territorial e Identidade Única
O Estado Novo tinha, sem qualquer dúvida, um amor ardente por todas as suas províncias. Acredito que a história do colonialismo português, apesar de todas as atrocidades, foi feito sempre com o foco de cristianizar, "educar" e nunca com o objetivo de destruir, pilhar. Temos o exemplo da miscigenação no Brasil, ou em Macau, entre muitos outros. No contexto do estado novo, acredito que estava sendo feito um esforço muito árduo para reforçar a identidade nacional e melhorar a coesão de todo o império. Foi inaugurado por exemplo o estádio Salazar em Moçambique, o Liceu Salazar, a famosa Ponte Salazar, o Aeroporto de Lisboa, inúmeras barragens, fábricas, escolas, aeroportos, portos navais, navios de guerra, postos do exército, etc. Isto tudo mostra que realmente havia desenvolvimento nos territórios, mesmo com os recursos muito limitados da época. No entanto, muitos deles eram reservados às elites brancas, principalmente devido ao quão escassos eram os recursos da época para Portugal, que não recebia ajudas do Plano Marshall (não foi relevante para Portugal), nem apoios da União Europeia, nem quaisquer benefícios de outras organizações internacionais, principalmente por causa da sua posição na diplomacia internacional. A quantidade de obras e desenvolvimento público que houve no período do estado novo foi mesmo assim imensa, e espalhada pelos diversos territórios.

  1. As suas consequências
Até hoje em dia são possíveis ver as marcas que o estado novo deixou na sociedade portuguesa. Foram imensas as obras públicas concretizadas, apesar de muitas delas terem sido renomeadas (25 de abril/barragem de pego do altar) ou então abandonadas/deixadas em mau estado (escola cantina salazaponte salazar foz do dão/observatório do monsanto). Apesar das muitas coisas erradas que houveram, é muitas vezes também ignorado o bom trabalho que se fez, e o quão modesto era o próprio Salazar (a luta pelas províncias, o lucro e a geopolítica envolvida na 2º guerra mundial, a preservação e a autovalorização da história nacional - ex. padrão dos descobrimentos e a preservação da cultura, o esforço para a industrialização de todos os territórios). Além disto, todas as províncias eram ferozmente protegidas, e a sua independência causaria, de facto, a sua desgraça (muitos dirão que foi pela saída desorganizada do nosso governo provavelmente) com guerras civis, invasões, massacres, etc. Claro que não se pode justificar uma guerra com outra, mas a verdade é que os povos dos territórios mereciam uma independência mais gradual e estruturada, tal não permitido pela revolução de 25 de abril e pela sede de poder dos grupos guerrilheiros. Até hoje são explorados (timor leste pela austrália), são roubados (a corrupção em angola), são destruídos pela mesma ideologia que os formou, bem presente na bandeira de angola e moçambique principalmente. No entanto, a sua independência era inevitável, com especial carinho para com o Estado da índia (que, na minha opinião, deveria ter seguido independente), e timor leste (que sofreu uma invasão da indonésia, massacres, exploração por parte da Austrália, pobreza extrema, perda de infraestruturas, e ainda sofre devido ao seu isolamento para com o resto da comunidade lusófona), com excepção de Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, que, dados os seus territórios diminutos e a sua pequena voz em organizações internacionais poderiam ter permanecido em Portugal.

Conclusão e Reflexões finais:
Com toda a história que nos precede, é me claro que do continente europeu sempre tivemos alegrias, mas, mais que tudo, perigos, como o caso das guerras napoleónicas, da crise da sucessão, da 1º grande guerra, entre outros. Creio que o destino de Portugal não está incutido por completo no continente europeu, mas no outro lado, no oceano. É preciso confiança e esperança em nós mesmos, algo que temos perdido desde essa libertação da ditadura, e resiliência que sempre tivemos, principalmente nos assuntos além mar. Uma maior conexão à comunidade lusófona, um maior investimento mútuo, uma economia circular entre toda a lusofonia. Precisaremos de mais autonomia? Precisaremos de confiar novamente naquele que nos trouxe mais alegrias, mais glórias, mais lembranças, o Mar? Estará o destino de Portugal num estado periférico europeu ou num cantinho plantado à beira do Atlântico, tão próximo do Novo Mundo? Podem parecer perguntas tolas, mas de certa forma fazem referência a alguns dos valores que gostaria de ver restaurados num Portugal futuro.
Caros redditors Portugueses, qual é a vossa opinião no assunto?
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2019.01.01 19:37 mathlc Discurso de posse do Presidente Jair Bolsonaro

Excelentíssimo presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira,
Senhoras e senhores chefes de Estado, chefes de Governo, vice-chefes de Estado e vice-chefes de Governo, que me honram com suas presenças.
Vice-presidente da República Federativa do Brasil, Hamilton Mourão, meu contemporâneo de Academia Militar de Agulhas Negras,
Presidente da Câmara dos Deputados, prezado amigo e companheiro, deputado Rodrigo Maia,
Ex-presidentes da República Federativa do Brasil, senhor José Sarney, senhor Fernando Collor de Mello,
Presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli,
Senhoras e senhores ministros de Estado e comandantes das Forças aqui presentes,
Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge,
Senhoras e senhores governadores,
Senhoras e senhores senadores e deputados federais,
Senhoras e senhores chefes de missões estrangeiras acreditados junto ao governo brasileiro,
Minha querida esposa Michelle, da aqui vizinha Ceilândia,
Meus filhos e familiares aqui presentes – a conheci aqui na Câmara.
Brasileiros e brasileiras. Primeiro, quero agradecer a Deus por estar vivo. Que, pelas mãos de profissionais da Santa Casa de Juiz de Fora, operou um verdadeiro milagre. Obrigado, meu Deus!
Com humildade, volto a esta Casa, onde, por 28 anos, me empenhei em servir à nação brasileira, travei grandes embates e acumulei experiências e aprendizados que me deram a oportunidade de crescer e amadurecer.
Volto a esta Casa, não mais como deputado, mas como Presidente da República Federativa do Brasil, mandato a mim confiado pela vontade soberana do povo brasileiro.
Hoje, aqui estou, fortalecido, emocionado e profundamente agradecido a Deus, pela minha vida, e aos brasileiros, que confiaram a mim a honrosa missão de governar o Brasil, neste período de grandes desafios e, ao mesmo tempo, de enorme esperança. Governar com vocês.
Aproveito este momento solene e convoco cada um dos Congressistas para me ajudarem na missão de restaurar e de reerguer nossa Pátria, libertando-a, definitivamente, do jugo da corrupção, da criminalidade, da irresponsabilidade econômica e da submissão ideológica.
Temos, diante de nós, uma oportunidade única de reconstruir o nosso País e de resgatar a esperança dos nossos compatriotas.
Estou certo de que enfrentaremos enormes desafios, mas, se tivermos a sabedoria de ouvir a voz do povo, alcançaremos êxito em nossos objetivos, e, pelo exemplo e pelo trabalho, levaremos as futuras gerações a nos seguir nesta tarefa gloriosa.
Vamos unir o povo, valorizar a família, respeitar as religiões e nossa tradição judaico-cristã, combater a ideologia de gênero, conservando nossos valores. O Brasil voltará a ser um País livre das amarras ideológicas.
Pretendo partilhar o poder, de forma progressiva, responsável e consciente, de Brasília para o Brasil; do Poder Central para Estados e Municípios.
Minha campanha eleitoral atendeu ao chamado das ruas e forjou o compromisso de colocar o Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.
Por isso, quando os inimigos da Pátria, da ordem e da liberdade tentaram pôr fim à minha vida, milhões de brasileiros foram às ruas. Uma campanha eleitoral transformou-se em um movimento cívico, cobriu-se de verde e amarelo, tornou-se espontâneo, forte e indestrutível, e nos trouxe até aqui.
Nada aconteceria sem o esforço e o engajamento de cada um dos brasileiros que tomaram as ruas para preservar nossa liberdade e democracia.
Reafirmo meu compromisso de construir uma sociedade sem discriminação ou divisão.
Daqui em diante, nos pautaremos pela vontade soberana daqueles brasileiros: que querem boas escolas, capazes de preparar seus filhos para o mercado de trabalho e não para a militância política; que sonham com a liberdade de ir e vir, sem serem vitimados pelo crime; que desejam conquistar, pelo mérito, bons empregos e sustentar com dignidade suas famílias; que exigem saúde, educação, infraestrutura e saneamento básico, em respeito aos direitos e garantias fundamentais da nossa Constituição.
O Pavilhão Nacional nos remete à “Ordem e ao Progresso”.
Nenhuma sociedade se desenvolve sem respeitar esses preceitos.
O cidadão de bem merece dispor de meios para se defender, respeitando o referendo de 2005, quando optou, nas urnas, pelo direito à legítima defesa.
Vamos honrar e valorizar aqueles que sacrificam suas vidas em nome de nossa segurança e da segurança dos nossos familiares.
Contamos com o apoio do Congresso Nacional para dar o respaldo jurídico para os policiais realizarem seu trabalho.
Eles merecem e devem ser respeitados!
Nossas Forças Armadas terão as condições necessárias para cumprir sua missão constitucional de defesa da soberania, do território nacional e das instituições democráticas, mantendo suas capacidades dissuasórias para resguardar nossa soberania e proteger nossas fronteiras.
Montamos nossa equipe de forma técnica, sem o tradicional viés político que tornou o Estado ineficiente e corrupto.
Vamos valorizar o Parlamento, resgatando a legitimidade e a credibilidade do Congresso Nacional.
Na economia traremos a marca da confiança, do interesse nacional, do livre mercado e da eficiência.
Confiança no cumprimento de que o governo não gastará mais do que arrecada e na garantia de que as regras, os contratos e as propriedades serão respeitados.
Realizaremos reformas estruturantes, que serão essenciais para a saúde financeira e sustentabilidade das contas públicas, transformando o cenário econômico e abrindo novas oportunidades.
Precisamos criar um ciclo virtuoso para a economia que traga a confiança necessária para permitir abrir nossos mercados para o comércio internacional, estimulando a competição, a produtividade e a eficácia, sem o viés ideológico.
Nesse processo de recuperação do crescimento, o setor agropecuário seguirá desempenhando um papel decisivo, em perfeita harmonia com a preservação do meio ambiente.
Dessa forma, todo setor produtivo terá um aumento da eficiência, com menos regulamentação e burocracia.
Esses desafios só serão resolvidos mediante um verdadeiro pacto nacional entre a sociedade e os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, na busca de novos caminhos para um novo Brasil.
Uma de minhas prioridades é proteger e revigorar a democracia brasileira, trabalhando arduamente para que ela deixe de ser apenas uma promessa formal e distante e passe a ser um componente substancial e tangível da vida política brasileira, com o respeito ao Estado Democrático.
A construção de uma nação mais justa e desenvolvida requer a ruptura com práticas que se mostram nefastas para todos nós, maculando a classe política e atrasando o progresso.
A irresponsabilidade nos conduziu à maior crise ética, moral e econômica de nossa história.
Hoje começamos um trabalho árduo para que o Brasil inicie um novo capítulo de sua história.
Um capítulo no qual o Brasil será visto como um país forte, pujante, confiante e ousado.
A política externa retomará o seu papel na defesa da soberania, na construção da grandeza e no fomento ao desenvolvimento do Brasil.
Senhoras e senhores Congressistas,
Deixo esta casa, rumo ao Palácio do Planalto, com a missão de representar o povo brasileiro.
Com a benção de Deus, o apoio da minha família e a força do povo brasileiro, trabalharei incansavelmente para que o Brasil se encontre com o seu destino e se torne a grande nação que todos queremos.
Muito obrigado a todos vocês.
Brasil acima de tudo!
Deus acima de todos!
Copiado descaradamente da pagina da folha.
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